Sempre ao som de Norte Dame
Fogo, vocês já viram o que aconteceu à Catedral de Norte Dame?
Muito triste passar assim de uma catedral centenária e Histórica a um edifício QuasIModo.
Nada digno caramba, nada digno.
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Fogo, vocês já viram o que aconteceu à Catedral de Norte Dame?
Muito triste passar assim de uma catedral centenária e Histórica a um edifício QuasIModo.
Nada digno caramba, nada digno.
Se há coisa que eu adoro nesta vida - além de papas de aveia - é a literalidade.
Há lá coisa mais bonita do que um mundo sem piadas e sem ofensa em cada esquina? Um mundo puro e casto, com floreiras de tulipas no inverno e rosas sempre em botão? Sem esta malta armada em engraçadinha e sempre a mandar bitaites sobre tudo e sobre nada. Isto não é humor. Humor eram os Malucos de Riso que gozavam com esterióripos, mas como tinham o Camacho Costa a malta não levava a peito.
Agora é só humoristas de trazer por casa e comediantes de caixas de comentários a notícias espalhafatosas.
E eu não gosto disso. Porque é que não podem dar opinião sem gozar? E depois nós é que não temos poder de encaixe! Como se fossemos nós o défice da equação, como se o problema fosse mesmo nosso, dos literais, a quem tudo ofende.
Chamam-nos virgens ofendidas. Não porquê: nem sequer há virgens nestes tempos. Isto enerva-me! Não podem ser concretos um bocado e falar a sério? Sem ironia, sem escárnio e sem sarcasmo? Custa assim tanto utilizar metáforas bonitas e que não aleijem muito o nosso ego? Já não chega envelhecer, as articulações a ceder, a confiança pessoal entrar em colapso e ainda temos que levar com piadas de algibeira? Todos os dias? A todas as horas? Não dá!
Quero a minha literalidade de volta, quero sentir outra vez o peso das dores onde insistem em alegar que o humor atenua, quero viver livre, feliz e contente na minha verdade. Agora, calem-me essa gente das piadas. Já ninguém as suporta.
E viva o 25 de abril! Apesar de eu achar qu'isto no tempo do Salazar é que era bom e que agora há liberdade a mais. Mas pronto, viva o 25 de abril porque aquilo ainda deu trabalho e com trabalho não se brinca. Nem com dinheiro, também não se brinca com dinheiro. Aliás brincar só com bonecas. De plástico, que as de porcelana quebram e depois alguém tem que limpar.
Tentei ligar-te ontem, mas a linha aí para cima estava ocupada. Deduzo que o Osíris estivesse a tentar a sorte dele contigo antes de partir outro telemóvel, por isso vou tentar a via mais tradicional. Pode ser que o Wi-Fi aí já funcione e estejas ligado à rede.
Olha, tu sabes que eu te curto. Eu tenho esta mania de dizer que não acredito e que não faz sentido e que o inferno é que é bom, mas tu sabes, bem lá no fundo, que são só balelas. É só para ser fixe e sentir que mando alguma coisa, quando na realidade não mando nada. Enfim, humanos. Tu percebes, certo Sr. Pedro?
Mas hoje não é por mim que quero falar contigo. É o seguinte: dizem os senhores da meteorologia que amanhã chove a potes. Ora, até aí tudo bem não há grande problema, mas achas que, eventualmente, podes fazer aí uma pausa nisso a partir da madrugada de sábado? É só umas horitas, 8 a 10 no máximo. Passo a explicar: uns amigos vão fazer uma caminhada até uma amiga tua (a amizade deve valer alguma coisa aí em cima, não?) e já é duro o suficiente levantarem-se às 3 e tal da madrugada para percorrer 40 e tal quilómetros. Tu já viste o desmoralizante que é se ainda por cima lhes cair o céu em cima sob forma de água? É desumano. Dá para dares aí um jeito a isso? Podemos trocar, se quiseres: tenciono ir correr amanhã à noite, podes largar tudo em cima de mim que eu tenho bom lombo e posso com isso (mas só em cima de, ok? Arranja aí uma nuvem como a Elsa arranjou para o Olaf, pergunta-lhe como é que ela fez que ela é boa moça e de certeza que te ajuda). Desde que deixes ali umas horas de tréguas, por mim tudo bem. A propósito, das 18:30 às 20:00 o homem - e mais uns amigos - têm um trail. Vê lá isso também, por favor. Já é muito? Hmmm, e se eu deixar três estendais de roupa quase seca à tua mercê e não reclamar nadinha? Temos acordo?
Repensa lá isso, por favorzinho. Lembra-te que nem sequer reclamei da tua febre que quase nos cozeu vivos dia 24 de março, hã? Não custa nada agora dares aí este jeitinho. Pensa nisso, com todo o teu carinho.
Tua eterna devota,
Caracol
Limpei o interior de um carro com lixívia pura e tive de andar três dias com os vidros abertos. Paguei combustível e saí da bomba sem abastecer. Caí de uma passadeira em andamento. Atropelaram-me o pé e eu fugi porque achei que a culpa era minha. Tive ideia para um passatempo supimpa que abre daqui a pouco. Tive um acidente, fui culpada, chamei a polícia e não tinha inspeção no carro. Retoquei a pintura de um carro com tinta preta, a pincel. Alinhavei o meu último texto. Fiquei fechada na mala do meu próprio carro, por azelhice. Perdi a lâmina da chave do carro. Deixei cair uma toalha em cima de um foco de luz ligado e por um triz não incendiei o ginásio todo. Acertei sem querer com a bola de 6kg no professor na última aula de PT, semana passada.
E agora? Onde estou a aldabrar?
As pessoas não percebem que se guardem dores para mais tarde. Não percebem que se fale, elogie e homenageie alguém sem chorar, sem apelar à lágrima e sem vitimizações.
As pessoas não percebem que não se queira partilhar a dor mas que ao mesmo tempo se queira partilhar a vida que foi, os momentos que passaram, o ciclo que se fecha.
As pessoas esperam ansiosamente pelas lágrimas em cascata, pelos gritos agonizantes, pelo delírio de dor. As pessoas querem que se continue, mas estipulam um prazo para o (re)fazer.
As pessoas não entendem que a ausência de lágrimas em cascata, esconde uma ferida de peito aberto que não vai sarar nunca, não vai ganhar couraça e vai sempre moer.
As pessoas querem sempre muito bem e muita luz e muita paz, mas não sabem respeitar o silêncio e ouvir apenas a história que se pretende partilhar.
Saber quando estender um lenço de papel é tão importante como saber escutar. E escutar é ouvir aquilo que nem sempre nos mata a curiosidade e alimenta a sede de lágrimas. É ouvir o que foram risos e gargalhadas, sem esperar que a dor fique visível. E não fingir que não dói, apenas ouvir e respeitar a dor que prefere ser sentida em silêncio e sozinha.
As pessoas não entendem isto.
E isso é mais triste e desumano que todas as dores que possam estar escondidas no âmago de alguém.
1km
Vamos lá, isto hoje vai ser sempr'andar. Siga. Foco no final. Alguém atrás de mim diz motivadoramente "Vamos lá qu'isto agora até aos Carvalhos é sempre a subir". Como se eu não soubesse e fosse a primeira vez que ali ia. Respira. Não penses. Corre.
2km
Faltam 8. O relógio que Cravei ao homem vibra no meu pulso, leio a mensagem "Fantástico! Objetivo cumprido!" e percebo que em vez de colocar aquilo em cronometro, coloquei em objetivo para 2km. 🤦
3km
Está um calor que não se pode. Apetece-me mesmo caminhar. Resisto à tentação do diabo e continuo a subir o inferno.
4km
Já disse que é sempre a subir? Ainda não? Pronto, é sempre a subir. E estava um calor do cacete. Os lábios rachados, os pulmões colados, o ar rarefeito e as pernas pesadas. A subida dos impropérios é aqui. E odeio-a.
5km
ÁGUA! H2O!
Ao abrir a garrafa, perdi a tampa. Bebi dois goles e pensei em guardar o resto, correndo (agora a descer) com ela aberta muito direitinha na mão. Obviamente não resultou, pelo que encharquei a T shirt, pelo menos tinha proveito no desperdício.
6km
Estamos em agosto, às 2 da tarde. Ou isso ou no inferno. Não sei o que me dói mais: se a falta de água, se as pernas, se o pó que aloja nas vias respiratórias e faz comichão no palato, se o arrependimento de estar aqui outra vez. A última, definitivamente, por isso autoflagelo-me em mais uma pequena subida que dói como mil brasas incandescentes em todo o lado.
7km
Mais uma subida. Curta e grossa. Apetece-me fazê-la a rastejar, mas contento-me com uma passada ligeira. O sol é implacável e dou comigo a pensar que se aplicar um golpe à Van Dame na nuca da moça que vai à minha frente talvez lhe consiga sacar a garrafa da água.
8km
Dou um rim por água. A sério, não preciso de dois, sobrevivo bem só com um. Corro pelo passeio para tentar apanhar o máximo de sombra, não dou conta de paralelo mal colocado e calco-o em força. O tendão queixa-se, eu continuo.
9km
Quero morrer. Agora.
O tendão continua a ganir baixinho.
9.5km
As solas parecem feitas de uma goma que derrete e cola ao chão, mas está quase e só quero mesmo que acabe.
9.700km
A pista é ENORME. NUNCA MAIS ACABA.
O quê?! Olha-me agora esta caramela a querer passar-me à frente. É que nem penses minha menina. Não andei eu a chegar até como carne desitratada para agora me passares a perna. Era só o que mais faltava. Entraste comigo no estádio, por isso só tens soluções: ou acabas comigo ou ficas para trás. Agora despacha-me esse rabo! (Esta última já foi de mim para mim).
10km
Passamos juntas e posso jurar que lhe ouvi um obrigada. Não percebi, porque na minha cabeça todos os rostos tinham a forma de uma garrafa de água.
Uma hora e seis minutos depois da partida, cheguei finalmente ao fim. Se foi um bom tempo? Eh, podia ser melhor. Mas também podia ser pior. É a terceira vez que faço a Petrus e de todos, este foi o pior tempo. Mas também foi aquela que fiz com menos preparação, tendo em conta que só recomecei a correr há pouco mais de um mês e que foram quase dois praticamente parada. Se estou frustrada? Nem pensar! Foi espetacular! Tenho 30 anos e 30 km de Petrus nas pernas, hã? Respeitinho.
No final disto, descobri aos 30 que afinal gosto de papas de sarrabulho. Era quem me batesse por todas as vezes que lhes torci o nariz.

Toda a gente nos tenta vender a ideia de que correr é fixe, que quem corre é muito mais feliz e que ganhamos anos de vida por cada quilómetro percorrido.
Uma treta se querem saber.
O que vale é que existem pessoas como eu, que vivem para contar a verdade sem medo de represálias – até porque ninguém leva a opinião do alcatrão a sério.
Apertem lá os atacadores (fictícios, obviamente) e venham comigo dar uma voltinha pelos verdadeiros benefícios da corrida.
Como o oxigénio, por exemplo.
No que toca a impropérios, claro. Desde o “cê” ao “pê”, passando pelos “efes” todos. Vale tudo.
Tanto que há alturas em que só nos apetece partir a porcaria do relógio porque o estuporzinho se recusa a acompanhar a nossa velocidade de passada imaginária.
Até porque para morrer é necessário estar vivo, portanto…
Têm medo do escuro? Do apocalipse zombie? De bruxas? Isso é para meninos. Já viram alguém vivo a correr? Eu já. É assustador.
Sobretudo ao nível dos gémeos. E das coxas.
O que sobe também desce. O que alcatrão percorrido já passou. Só falta acabar. ESTÁ QUASE!
O meu está tão bem afinado que às vezes parece até funciona fora do corpo. Sobretudo nas subidas. Perdão, nas P*&@S das subidas.
O negro, sobretudo. Rir das desgraças também nunca matou ninguém, já correr…
Já viram o preço de umas boas sapatilhas? E sabem quanto tempo é que elas duram? E as leggins? Não falemos sequer em meias de compressão às bolinhas cor de rosa*.
Como vêem eu não minto. Morrer correr faz muitíssimo bem e acarreta imensos benefícios. Agora vou só ali preparar a mente para não panicar nos 10km do demo fáceis deste domingo, esquecer que o gráfico de altimetria parece um CTG de uma grávida em trabalho de parto é mesmo animador e beber um gin chá. Ou dois.
(Alguém orienta aí um Victan? Ou Xanax? Então e Valiuns, não? Rico público… )
*Ainda não existem meias de compressão Às bolinhas cor de rosa. Uma terrível lacuna de mercado, se querem saber.
"Como é que consegues?"
É talvez a pergunta que mais me colocam. E a resposta, a mais sincera, será sempre: "Não sei".
Como é que aguentamos 2 minutos em agachamento? Como é que aguentamos 30 segundos em prancha? Como é que aguentamos colocar mais carga quando já as pernas são bigornas de ferro fundido?
Habituamo-nos.
A dor passa a ser uma constante, uma rotina e só tens duas soluções: ou te aguentas à bronca e lhe arranjas um quartinho no rés do chão ou enlouqueces e passas a vida fechada no quarto, vivendo a mesma dor uma e outra vez.
Há dias que não é assim tão simples. Que só apetece afogar as mágoas numa garrafa de gin puro e dois ou três Xanax. Há dias que não se consegue ser feliz pelos outros. Há dias em que não apetece agradecer e só queres amaldiçoar a vida. Contudo, como num agachamento isométrico que que dura tanto que faz as pilhas duracell parecerem do chinês, ao assumires que dói, habituas-te à dor e acabas por sentir menos. Dói um bocadinho, mas tive isto tudo com ele. Gostava de lhe poder contar que sou capaz de correr 10 km, mas ele viu-me a andar de bicicleta - e a cair. Montes de vezes. Seria o primeiro a chamar-me destrambelhada e a dizer-me que consigo mais e melhor.
Há dias que fazem um bocadinho mais de mossa, mas eu sei que tivemos um boa vida enquanto durou.
E isso basta.
⚠️ Ler como se fosse um relato de futebol ⚠️
21h do dia 8 de março e o mulherio de-li-ra faminto. Há um mês que apenas comem ervas aromáticas e o estômago vibra de antecipação.
O empregado indica as mesas que são imediatamente arrebatadas.
O buffet é declarado aberto.
É no vale tuddoooooooo!
Há um cheiro no ar. O que é aquilo, minha gente? O que é aquilo?! RISSÓIS! São RRRRIIISSÓÓISS! Acabadinhos de fritar! A fila ainda vai extensa, será que vão sobrar para a mulher de lantejoulas? Será? Oh meu Deus! Incumprimento na fila! Como é possível! E o árbitro não diz nada! E ela continua. Um rissol, dois rissóis. TRÊS RISSÓIS para o prato gigante! Aí que nervos! Será que vai ver o cartão vermelho? Vai ser expulsa com toda a certeza e ainda vai ter que deixar os rissóis para outra.
Que habilidade!
Que reviravolta fantástica!
Que chuto maravilhoso no âmago das invejosas pela gordura frita!
A mulher regressa à sua mesa com a maior descontração.
Que situação tão perigosa para o adversário!
Espera, espera, espera!
Mas o que é aquilo?! O que é aquilo?! É um remate do DJ! Ao lado! Caramba! Há homens aqui? Isso dá direito a expulsão direta! Mas ele continua, ele insiste, ele não desiste e finalmente...ah! Finalmente, muda a gravação apenas mulheres fazerem barulho.
Wowowowoowow! Nova reviravolta! Que grande twist! Que grande penalidade no pé de dança! É o Panda! O PANDA!
Ah, mas as mulheres não querem saber! Elas continuam. Elas põe a cabeça para trás. Os ombros para a frente. Os polegares para cima. É agora! É agora! É agora!
Tchu tchua tchu tchua tchu tchua ua
É a LOUCURA!
Há ali um burburinho ao fundo. Novo ataque de um grupo pouco silencioso. Alguém recita o alfabeto. As canetas estão prontas e os cérebros aguçados. ela continua, ela segue, passa o D, chega ao G e STOP! É STOP! É STOP no XISSS! Que clássico incrível!
Novamente à pista de dança. É a loucura! É o remate louco! É o tudo por tudo! É a bunda no chãooooooo!
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Fonixxxxx! Como é que aqueles gajos fazem isto parecer tão fácil? 🙄 Estou aqui há duas vidas e ainda só cheguei às 10 da noite!
Mas acho que já perceberam a ideia. 😜🤪
Pequena nota editorial: tudo muito fraquinho a bater c'a 'bunda no chão'. Faço bem melhor só a tropeçar nos ácaros do chão. 🤣😂
#RiP8deMarço
#TenteiFazerRelato
Para quem, como eu, a-do-ra o Carnaval e tudo é motivo para lhe pôr uns patins mas até têm de levar com ele em alguns locais, lembrei-me que seria de extrema utilidade deixar-vos sugestões de como criarem a vossa própria máscara, sem venderem um rim para África e sem terem efectivamente de caprichar na fatiota. Só precisam vestir a pele de um bom actor, serem convincentes no discurso et voilá, disfarce concluído com sucesso.
1.Semblante fechado, nenhum sorriso e olhar a percorrer todos os cantos. Se vos perguntarem: “Onde é que está o teu disfarce?” respondam convictamente: “o meu nome Gertrudes, Fiscal Gertrudes. Venho por parte da AT para uma auditoria.” É garantido que vão espalhar o terror.
2.Encham com farinha uns poucos de saquinhos transparentes (ou façam pequenas trouxas com película aderente) e guardem nos bolsos. À pergunta da praxe neste dias, devem responder com ar comprometido: “Aqui não. Chega aqui a um canto, faxabore e dirfarça.” De seguida mostram subtilmente os sacos e perguntam: “Quantos queres?”. E p’lamor da santa, esqueçam os bonés com a pála ao contrário, as correntes da cadeia da Relação do Porto e os óculos de sol do cigano, toda a gente sabe que os traficantes mais poderosos parecem pessoas normais.
3.Usurpem o distintivo de polícia do fato dos vossos filhos e guardem-no no bolso. Quando vos questionarem a falta de fatiota, saquem o distintivo e afirmem: “Agente Albina em missão à paisana e infiltrada. Estou aqui no âmbito de uma investigação ultra secreta e estás a estragar-me o disfarce. Sai-me da frente antes que te prenda por obstrução à justiça.”
4.Ajam com normalidade e usem roupa comum. São um criminoso perigoso e que está a tentar esconder o maior desvio de capital alguma vez visto. Se vos abordarem, finjam que não sabem do que estão a falar e NUNCA mencionem o vosso verdadeiro nome.
5.Vistam uma indumentária solene e de cor escura – se tiverem fato tanto melhor. A primeira pessoa a perguntar-vos pelo disfarce, responde com voz suave: “O meu nome é Vitória e trabalho na ServiLusa. Recebemos uma ordem de serviço para as suas cerimónias funerárias.” Este resulta especialmente bem se o visado for do clube que perdeu no clássico de sábado. (#RunSnailRun)
Aqui na foto, como podem verificar, eu optei pelo disfarce 3 para mim e a minha colega pelo 4, onde encarmos uma agente de autoridade infiltrada num processo "treinos dourados" e uma criminosa que desvia cartões com mais presenças que o dela.
De todo o modo... É Carnaval e portanto ninguém vai levar a mal que não gostem muito dele.
