Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

A Caracol

Um blogue pseudo-humoristico-sarcástico. #soquenão #ésóparvo

Um blogue pseudo-humoristico-sarcástico. #soquenão #ésóparvo

Mães (Im)Perfeitas - A Bruxinha

A primeiríssima convidada a abrir esta rubrica é A Bruxinha, doravante tratada por Cunhada.

Olá sou a Sara, mais conhecida por Bruxinha, tenho um pirralho com 4anos, o David, que irá ter um irmão (a), tratado por Bebé. Trabalho na maior empresa deste país! Sou desempregada, mas coletada como vendedora ambulante, trabalho na época de produtos agrícolas, cá na terra. Também faço feiras de artesanato cá na zona. E mais mil e uma coisa... E gosto (sou obrigada) de fazer cárdio...

 

 

Cunhada, diz-me cá que ninguém nos ouve, qual foi a pior birra que o meu sobrinho te fez?

 

O David nunca foi muito de fazer birraaaaa, birraaaaa, mas dá-lhe os cinco minutos... Lembro-me de uma vez,ele armar circo no Pingo doce e o marido só dizer para me despachar que era uma vergonha!  O bebé também já gosta de fazer a sua birra! Não quer cá apertos no espaço dele. O papy põe a mão por cima e lá dá ele de frosques para o outro lado...

 

Homens! Sempre com medo da vergonha! E tu, como lidas com a teimosia infantil?

 

Eu lido bem. Chora? Deixa chorar, quando quiser cala-se!

 

E não tens medo que fique traumatizado? Pobre criança... Como esperas que te recorde?

 

Como uma boa mãe, com os seus defeitos, mas que reconheçam o que faço/farei por eles, um dia...

E não, não tenho medo que fique traumatizado. :P

 

A maternidade é uma experiência do caneco. O que tens aprendido com ela?

 

Tenho aprendido:

1 O amor verdadeiro, o mais puro que poderemos ter;

2 Passam - nos a perna com facilidade, sabem chantagear (mas nós até gostamos....);

3 Só dizem que somos lindas quando lhes interessa;

4 Não dá para viver sem eles.

 

Estás novamente grávida, tens um puto com quatro anos e pico, como está a correr a adaptação dele ao maninho?

 

A adaptação foi fácil, está tudo a correr bem. O David super contente, mas prefere uma irmã, para menino diz ele que já chega ele. E confesso que até me esqueço (agora) que estou grávida, está a passar rápido...

 

És desempregada, é certo, mas uma mulher em casa também trabalha, também tem rotinas... Tens algum segredo especial na gestão do tempo?

 

Não tenho segredo, só tento ter tudo organizado ao máximo para o dia seguinte. Mochilas prontas (filho e marido), saco de ginásio pronto (nos dias que vou), deixo roupa já em cima das cómodas. Tudo adiantado para, na manhã seguinte, ser mais fácil. Que nunca é, o miúdo adora ser lesma a tomar o pequeno almoço. Se quero sair de casa às 8:30h às 7:15h tem de estar tudo fora da cama. E a partir das 19h é tratar dele, banho, jantar... Uma correria.

 

Como te compreendo! Para além de todos os momentos, de todas as birras, de tudo o que se aprende, há algum episódio que te marcado?

 

O único que me marcou, assim a sério, foi quando, com meio ano, teve de ser internado, com uma infecção urinária. Foi horrível, tivemos lá 7 dias. Ver a dor dele, os berros sempre que era picado... Não me aguentei numa das vezes e desatei lá a chorar... Tive largos meses que aquele choro não me saia da cabeça... Ficou mesmo marcado.

 

Imagino... O meu fez análises ao sangue na última ida à urgência e horrível.

Já estamos quase a terminar, mas antes gostaria que tentasses definir a maternidade numa só palavra.

 

Hmmm, só numa não consigo, mas duas sim: amor verdadeiro.

 

Por fim, tens alguma dica para futuros pais?

 

A dica útil que posso deixar é NÃO HABITUAR AO COLO! De dia, sempre que dormirem, nada de silêncios nem escuro, enquanto muito bebés, senão trocas os sonos.

Acho que estas dicas são preciosas, eu seguias à risca e recomendo! ;)

 

Obrigada pela conversa Cunhada!

Para a semana, há mais.

No mesmo sítio, à mesma hora.

 

 

 

Extra! Extra! Extra!

É hoje! É hoje!

Estreia aqui no barraco a rubrica Mães (Im)Perfeitas, que contará semanalmente com uma convidada, que pode ou não ser da blogozona, para dissertar sobre a maternidade.

Todas as sextas, às 10:30, neste estaminé.

 

Na ótica do utilizador #3

Na hora de escolher os óculos

O rosto é o nosso cartão de visita, aquilo que fica na memória de quem nos conhece, quer seja pela primeira vez, quer seja há uma catrefada de anos.
Os óculos alteram o nosso visual e, caso a escolha não seja bem feita, poderá mesmo arruiná-lo. 
A convite da Inês, venho cá dar-vos uma ajudinha nessa matéria tão delicada.

O primeiro passo para a escolha da armação, é saber a graduação que se necessita. Assim à primeira vista, pode não fazer grande sentido, mas é um passo quase fundamental. Ninguém quer usar uma armação fininha e discreta com uns pneus no lugar de lentes. A não ser que saibam mais ou menos a graduação que já têm, ou poderão vir a precisar, o melhor é mesmo não sonhar com armações. Deixem-me, no entanto, frisar, que já é possível fazer ótimos serviços, com lentes muito finas e em armações discretas e leves. Nem sempre, mas é possível em alguns casos.

Depois de avaliada e quantificada a vossa qualidade visual, podem passar à parte mais fixe: experimentar óculos. E aqui, meus amigos, aqui é que a porca torce o rabo, porque nem tudo se adequa ao mesmo tipo de rosto.

Se as armações de massa vos aquecem o coração, saibam que é imprescindível que o vosso nariz case na perfeição com elas. É o ponto mais importante deste material: o acetato tem uma ponte (a união entre as duas oculares) única e pouco maleável, se não vos acompanhar o nariz -  ficar assente apenas na parte superior ou inferior - pode causar-vos muito desconforto. Porque aperta, porque não assenta, porque marca a pele, enfim, fazerem-vos a vida negra. Quando experimentarem este tipo de material, foquem-se no nariz, se não estiver bem, se criar um "buraco" na parte superior ou faltar cartilagem dos lados, esqueçam e passem para outra.

O tamanho é outro ponto muito importante nesta escolha. Ninguém quer parecer um caixa de óculos, para que isso não aconteça é importante não usar óculos demasiado grandes. E atenção que aqui há uma diferença entre o ser grande e o ficar grande. As oculares maiores estão na moda - felizmente - mas não devem, nunca, ultrapassar a linha de sobrancelha e as maçãs do rosto. Da mesma forma, em largura, não devem exceder a linha temporal do rosto. Podem ficar ali com um meio dedito de folga, mas não mais que isso.
Tal como ninguém usar armações demasiado grandes, também ninguém as quer pequenas. Hastes a abrir, demasiado espaço entre a maçã do rosto e a base da armação são sinónimos de tamanho inferior ao que precisamos.

Um pormenor também importante e por vezes descurado é a posição do olho na ocular. Os olhos devem estar o mais centrados possível na ocular. Regra geral, se a armação encaixa bem no nariz e não é demasiado grande - ou pequena - para o vosso rosto, os vossos olhos ficarão mais ou menos no centro da ocular. Contudo, há exceções, ou porque o material é mais espesso, ou pelo desenho da armação, ou até mesmo pela nossa fisionomia, por vezes os olhos parecem demasiado juntos, quase como se fossem estrábicos. Não diria que é fator eliminatório, mas se tiverem alguma que não vos provoque esse efeito, tanto melhor.

Por fim, mas não menos importante: o conforto. Vejam, avaliem, experimentem, sintam o peso da armação. Se não vos parecer confortável em algum ponto, perguntem se é possível ajustar de alguma forma. Caso não seja, talvez seja melhor partir para outra. Acreditem no que vos digo: não há nada pior que ter uns óculos desconfortáveis. É como calçar uns sapatos um número abaixo do nosso, é doloroso, maçador e não há nada que se possa fazer para melhorar.

Priveligiem sempre o conforto, o equilibrio estético e vosso estilo pessoal à moda.

No fundo, tudo aquilo que também aplicam às restantes compras.

 

Devo-vos um pedido de desculpa

Vim aqui ontem, toda cheia de nove horas, pedir a vossa atenção para um artigo sobre ótica, quando na realidade o mesmo não estava disponível.

Porque é que alguém pede a colaboração num outro blogue, para depois o colocar privado é algo que me ultrapassa.

Aqui me redimo, com sinceras desculpas, não ,e tinha apercebido que estavam impedidos de aceder ao outro blogue.

O post segue dentro de momentos.

Vós só quereis vergonhas alheias, pois não é?

Estou bastante ocupada, já que o puto está outra vez doente, deixei o serviço adiantado no barraco para está semana - menos o desafio dos livros, estou em falha Magda, logo trato do assunto - e vocês, suas almas desnaturadas, nem um comentário num post tão técnico e útil como os óculos? Ou vendes todos muito bem ou estais a precisar de uma ida ao oculista, com consulta incluída. Volto mais logo. Espero ter ao menos um comentariozinho. Aquela porra deu trabalho, pá!

Na ótica do utilizador #2

Saudosos desta rubrica?

Hoje podem consulta-la no Blog da Inês.

A autora convidou-me para dissertar sobre um assunto à escolha. Como não falava há imenso tempo de ótica aqui na blogozona, pareceu-me bem deixar-vos algumas dicas para a escolha de óculos.

Aqui fica um cheirinho:

 

O primeiro passo para a escolha da armação, é saber a graduação que se necessita. Assim à primeira vista, pode não fazer grande sentido, mas é um passo quase fundamental. Ninguém quer usar uma armação fininha e discreta com uns pneus no lugar de lentes. A não ser que saibam mais ou menos a graduação que já têm, ou poderão vir a precisar, o melhor é mesmo não sonhar com armações. Deixem-me, no entanto, frisar, que já é possível fazer ótimos serviços, com lentes muito finas e em armações discretas e leves. Nem sempre, mas é possível em alguns casos."

 

Podem continuar a ler, aqui.

É por isto que eu digo que ainda temos muito que andar

Muito a lutar, muito a mudar.

Não nos adianta fazer barulho porque o McDonald's distingue os brinquedos do Happy Meal por género, ou porque o anuncio da BMW mostra uma mãe com um bebé e um pai com um puto de sete anos, ou ainda porque uma determinada música supostamente ofende as mulheres.

Para quê tanto barulho com mesquinhices se quando o assunto é sério ninguém levanta a voz?

Há coisas que me transcendem #9

Demasiada informação entrepernas

 

Juro que nunca haverei de compreender a proeza de enfiar as calças onde não é suposto elas entrarem.

Aquilo serve para quê exatamente?

Atrair o sexo oposto? Facilitar a ida ao ginocologista? Testar a resistência do tecido? Obter algum prazer?

Minha gente, há alguns casos que são autênticas lições de anatomia ao nível vulvar! Não se consegue manter uma conversa a olhar no rosto da pessoa, quando os outros lábios estão ali, palpipantes, separados por uma costura que os esborrachada contra as virilhas, num planalto de carne demasiado apertada.

E o tecido não fica com cheiro, quando enfiado lá para dentro à bruta? Só a pré-lavagem é capaz de conseguir resolver esse problema.

Espero que esta malta tenha máquinas eficientes. A eletrecidade está pela hora da morte.