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A Caracol

Um blogue pseudo-humoristico-sarcástico. #soquenão #ésóparvo

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Mães (Im)Perfeitas - A Prima Telma

 

Irmã da Prima Vera, foi parte fundamental da minha infância - muita porradinha eu levei desta menina - e é parte importante da minha vida atualmente. Hoje, a mana do coração e prima direta Telma:

 

Sou a Telma Guerra, tenho 32 anos e sou mãe de duas meninas: a Beatriz, de 10 anos, e a Margarida de 5 meses.

 

Tu odeias birras, que eu sei, lembraste qual foi a pior que te ofereceram?

Quando a Beatriz, mais ou menos com 2 anos, decidiu que não queria ir comigo lanchar ao café. Queria ficar no carro, o fedelho. Como é lógico, não ficou, levei-a comigo e quando me sento no café, ela decide deitar-se no chão a bater com as mão e os pés, dizendo que queria ir embora.

Permaneci sentada, a ferver dos nervos, com olhares cravados em mim e só saímos quando terminei de lanchar!

Bem... que grande birra! Como costumas lidar com elas, com as sacanas das birras?

Sou muito intransigente, não cedo de maneira nenhuma. Lidei com algumas da Beatriz, mas acredito que irei lidar com muitas mais quando chegar a vez da Margarida e não sei se irei lidar da mesma forma...

Como gostarias que as tuas filhas te recordassem?

Se eu conseguir que as minhas filhas pensem em mim da mesma forma que eu penso na minha mãe, sentir-me-ei muito feliz.

Mesmo tendo eu 32 anos e mesmo nem sempre correspondendo às expectativas da minha mãe, tenho a certeza que ela estará sempre disponível para mim. Posso ter muitas dificuldades na vida, mas enquanto puder contar com o seu colo, serei sempre muito feliz!

Se daqui a 10/20 anos as minhas filhas conseguirem ter este sentimento por mim, irei sentir que a minha missão de mãe foi cumprida!

Serás bem sucedida, com toda a certeza!

A Beatriz já é crescida, a Margarida ainda há pouco nasceu, como tem sido esta adaptação de um para dois?

Tem sido tranquila, embora gigantesca. Um bebé dá sempre imenso trabalho e sendo a Beatriz uma menina completamente autónoma, as atenções acabam sempre por se centrar mais na Margarida. Tento continuar a dar atenção à Beatriz, mas quase nunca consigo, ou porque a Margarida não deixa, ou porque quando deixa estou demasiado cansada e só quero dormir.

Não deve fácil, nada fácil. Mas tens a sorte de a Beatriz ser uma menina espetacular, como poucas, arrisco a dizer. Há algum episódio, durante esta aventura da maternidade, que te tenha marcado?

Não tenho nenhum em particular. O que me emociona é eu ter a perfeita noção que não estou a dedicar o tempo e atenção que deveria dar à Beatriz e mesmo assim ela continua a dizer-me que eu sou a melhor mãe do mundo!

É como ainda agora te disse, a Beatriz é uma raridade de miúda, será uma grande pessoa, não tenho dúvidas.

Mesmo sendo a  Beatriz mais velha e tendo já muita autonomia, dois filhos significam mais trabalho, mais correria, menos tempo. Como tentas gerir isso? Algum segredo super espetacular?

Não sinto muita dificuldade em fazer as minhas tarefas. Tento sempre ter tudo em dia: todos os dias lavo, estendo e apanho roupa. Durante a semana mantenho tudo mais ou menos organizado e só ao fim de semana faço limpezas mais gerais. Claro que a ajuda da Beatriz é preciosa: de manhã, antes de sair, deixo camas feitas e loiça lavada e arrumada, enquanto a Beatriz está com a irmã.

Sabendo o que sabes neste momento, enquanto mãe, que dica deixarias para futuros pais?

Dar muito mimo e muito colo!

E não faz mal se habituar, depois desabitua. Não devemos deixar de dar colo aos nossos filho por isso. A Margarida tem tido muito colo e irá continuar a tê-lo, daqui a nada tem a idade da irmã e já não o quer.

Muito bem pensado. Por fim, gostaria que definisses a maternidade numa só palavra.

Dedicação.

Muito obrigada Telma por este bocadinho, foi um prazer ter-te por cá!

 

 

Então e o Fear The Walking Dead, hã?

Gostei.

A primeira temporada foi assim a modos que fraquinha, esfrangalhava os nervos a qualquer alminha, mas era óbvio que seria assim, não haveria tanta ação como na série mãe, as personagens não saberiam como reagir perante o cenário apocalíptico, era tudo muiiiiiiito parado e com pouca emoção.

A segunda temporada, estreou na segunda feira e posso afiançar que está um mimo. A caracterização continua aquém, mas o enredo e o rumo da trama, acabaram por safar o episódio.

Nick, conforme já tinha previsto na temporada anterior, é uma personagem do catano! Espero bué daquele chavalo. Strand parece-me ser um safadola, que viveu muito à custa do mal dos outros, mas que sabe como safar  em situações limite. Gosto dele, mas há ali qualquer coisa que que me faz desconfiar... A ver vamos.

Incrível como, no começo da segunda temporada já se percebe que o inimigo não são os mortos vivos, esses são só um obstáculo, mais ou menos fácil de ultrapassar. O grupo de Rick demorou três temporadas a perceber que os humanos são o verdadeiro problema, um bocadinho mais lentos, mas não se pode ter tudo. Além de que compensaram largamente em cenários zombie e emoção.  

Para o próximo episódio, aguardaram-nos os piratas que me parecem ter alguma ligação ao fulano com a Alicia meteu conversa. Ou até serão os mesmo, a ver vamos.

Em suma, Fear the Walking Dead, não é Walking Dead, não tem metade daquilo que estamos habituados, mas lá chegará. É dar-lhe tempo e, acima de tudo, assumir aquilo como uma série diferente, com o mesmo cenário da original, mas noutro contexto, com outras personagens, outras histórias, outros pontos de vista.

E por aí, mais alguém viu? Dão-lhe uma hipótese ou nem por isso?

E eis que chega o fim de semana

E está um tempo de merda. Uma pessoa a planear ir com o puto ao parque, absorver vitamina D e o Pedrocas troca-nos as voltas. Um sol do caraças durante a semana e ao fim de semana é isto. Algo não está bem na cabecinha do santo.<

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Caracolinho a caminho da creche, um dia desta semana. Dezesseis meses e já me deixa para trás. Fará quando chegar à adolescência.

Ouvi a tão falada música do AGIR...

Três vezes, no mesmo dia (eu sei, ninguém merece). À parte de tudo o que já foi comentado sobre o vídeo, a maquilhagem ou o fulano, só tenho a acrescentar duas coisas:

 

1) O raio da música é pior que sarna, entranha-se no cérebro e fica em repeat infinitamente na memória. Rais parta a música!

2) Só fixei esta parte que ainda estou a tentar deslindar o significado :"Ela é perfeita / E Quando se deita / Não precisa de make up".

Agora...Quem se deita com maquilhagem?

Ou quem precisa de maquilhagem para se deitar?

Ou será que o AGIR, armado em espertinho, pôs ratoeira na letra?

Dúvidas, é o que vos digo, só dúvidas.

 

Aviso à comunidade

Hoje não haverá Mães(Im)Perfeitas.

Gostava de vos apresentar uma desculpa decente, mas a verdade é que não tenho. Não há porque o meu tempo e dedicação a este espaço, durante esta semana, foram praticamente nulos.

A rubrica voltará para a semana, com a Telma, a mana do coração.