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A Caracol

Um blogue pseudo-humoristico-sarcástico. #soquenão #ésóparvo

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Natal dos pássaros #18

 

 

18. Decoras a casa especialmente para o Natal?

 

Não vou ao extremo de ter almofadas de Ntal (porque o homem ainda manda também...), mas cada divisão tem algo alusivo à época: uma estrela no vaso da cozinha, umamini árvore na casa de banho, botinhas nos puxadores. Uma bimbalhice da pior espécie, portanto. 

 

Mais gaiolas:  MagdaJust_SmileAlexandraSilent ManMula e Drama Queen

Natal dos pássaros #17

 

 

17. Costumas fazer o presépio?

 

Sim, de há uns anos para cá. O meu pai adorava o natal, mas nunca tivemos presépios em casa (a minha mãe não era católica). 

De há uns anos para cá - mesmo sendo ateia, agnóstica ou como raio se designa agora quem não tem religião e não acredita em nada - faço pelo simbolismo de família que carrega. Aliás, tenho um pequenino que nunca sai do móvel do corredor, lá está , de novo, pelo que simboliza e não tanto pela história que carrega. 

 

Mais gaiolas:  MagdaJust_SmileAlexandraSilent ManMula e Drama Queen

Natal dos pássaros #15

 

15. Árvore de Natal: pinheiro, abeto ou de plástico?

 

Plástico e já dura uns bons anos. Está um pouco empenada e tem que se lhe colocar um calço de papel por baixo de uma bas pernas ou a bicha tomba, mas gosto dela assim. É um bocadinho como nós, meia desengonçada e com personalidade própria. 

 

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Tempestades de A a Z (ou quase)

Alguém tinha que falar sobre este assunto.

Anda tudo preocupado com a patroa da Raríssimas, com as prendas de Natal, com a escassez de víveres na Etiópia e ninguém se preocupou com isto. Puf! Prioridades mal definidas que este pessoal tem! É de extrema - friso de novo EXTREMA - importância. Está em causa a nossa segurança, dos nossos bens, do que nos esforçamos por manter seguro. E porquê? Porque o nome da tempestade pode dizer imenso sobre ela e sobre aquilo que nos pode trazer - ou levar. 

Fiz uma análise extremamente rigorosa e sem qualquer tipo de carater científico de alguns dos nomes escolhidos para a época 2017/2018.

Devo começar por dizer que acho isto espectacular. Sinto que finalmente pertencemos a algo grandioso, poderoso até!

Temos uma época de tempestades! E eu a pensar que estávamos só a caminhar para o inverno, que era fruto da época e que não se deveria esperar agora 40º à sombra e umas miragens de corrente de ar. Anjinho, eu. 

Somos oficialmente um daqueles países que vai aparecer nos canais internacionais com noticias devastadoras (ah, espera, isso já aconteceu este verão...). Podemos finalmente fazer frente aos States: ai vocês tiveram o Katrina? Nós vamos ter uma Gisele e vamos sair dela com umas pernas mais torneadas e sem qualquer celulite! Incheeeeeeeemmmmmmm! 

Prossigamos, ora portanto antes da Gisele, teremos uma Emma. E aqui uma pessoa fica na dúvida: diz-se Êmma ou Émma? É que se pronunciamos incorrectamente, corremos sérios riscos de ferir a sensibilidade da depressão atmosférica e a rapariga em vez de tempestade vira ciclone com o vento a soprar a pronúncia correta do nome, a ver se aprendemos de uma vez por todas qual dos acentos ustilizar. 

 

Ponham os cintos de segurança, coloquem os arneses, barriquem-se dentro de casa: há uma Kátia. Trocarem o C pelo K, qual deusa do regaton manhoso de uma qualquer Ana Malhoa deste país é um ultraje e a moça é bem capaz de nos mandar com duas rabanadas de vento bem aviadas e uma molha à pintainho só pelo assassinato do nome próprio. Mais: eu não sei que Cátias vocês conhecem, mas a minha parte-me o esqueleto todas as semanas. Aposto que aumenta os níveis de calamidade por onde passa e não deixa osso sobre osso. Literalmente. 

 

 Depois da Kátia, virá o Leo. Yep, esse mesmo. 

 

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E neste momento, eu agradeço a todos santinhos-dos-nomes-de-tempestades não se terem lembrado de colocar Skye ou Rubble sob pena estarmos condenados a "voar pelo céu!" ou "ser sempre à abrir!" Assim como assim, só levamos com uma tarturaga ninja que já teve o seu apogeu de loucura nos idos '90. No fundo, isto é uma grande estratégia de markting: tarda nada as tartarugas ninja vão estar de novo no top de vendas da Toysrus e vamos deixar de ver tantos Ryder's nos fatos de treino da feira de Espinho. 

Muito mais haveria a desenvolver sobre isto, mas infelizmente acabou a hora de almoço e o trabalho aguarda-me. Podem saber mais nomes de tempestades aqui. E já sabem, não se esqueçam do guarda chuva e das botas, dá sempre jeito. 

 

 

 

 

 

Caracoleta (também) cozinha

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Ou tenta, vá. Ando numa de ser mais saudável, de passar bons exemplos ao cachopo, de alimentar melhor a máquina, digamos. Grande parte do que ingerimos, começo agora a perceber, tem pouco ou nenhum valor nutricional. E isso tem-me dado que pensar. (E vocês também deveriam pensar nisso mais a fundo, a sério).

Ora, eu tento, faço um esforço, mas a minha mente teima em fugir para a comida aditivadamente saborosa. Ao sábado à noite então é para a desgraça. Ou era, porque decidi que posso ter comida interessatemente saborosa sem recorrer àquilo que estamos acostumados e que aceitamos facilmente como "refeição do lixo".

Posto isto, sábado dei comigo a idealizar uma pizza caseira, com bons ingredientes e fácil de confecionar. Vi uma receita de base de pizza de frigideira e pensei cá para comigo " eh pá, ó Caracoleta, tu experimenta isto já hoje! E é fácil, nem precisas de rolos de cozinha e grandes tralhas.... ". Se tão depressa o pensei, mais rápido o fiz. Bom, não tão rápido, porque não sou muito lestra e tendo a esquecer a receita que acabei de ler no prazo máximo de três segundos, o que implica tentar equilibrar o telemóvel (e mante-lo estatico, para a imagem não se mover ou não virar ou raio que parta agora estes ecrãs XPTO que viram mal uma pessoa dá um espirro), mais a colher de pau (cozinheira que preze tem de a ter), mais os ingredientes todos à mão e que o puto teima em misturar porque " quer fazer um bolo" e não percebeu que a base só levava claras e que as gemas não são para comer à colher! Ufaaaaa, pronto, agora que já desabafei, posso finalmente falar-vos da pizza;

 

 

 Não tem bom aspecto?

Claro que o homem, pessoa descrente na comida saudável e desdenhoso de tudo o que é novo, torceu o nariz e perguntou "isso aí está bom?". Estava, claro que estava. Poderia estar melhor? Poderia sim senhor, se não tivesse colocado a frigideira a aquecer ainda as claras estavam a bater e se não tivesse equacionado a hipótese de ir colocar uma máquina de roupa a secar enquanto aquilo cozinhava. A vida é mesmo assim, feita de escolhas dificeis e uma pessoa tanto precisa de alegrar o palato como da camisola favorita para o dia seguinte. Portanto, apontai: não deixeis aquilo ao lume sozinho e não aqueceis demasiado a frigideira. Ah, e não esqueceis que aquilo cozinha relativamente rápido. Ide pondo os olhinhos e testando que em menos de nada aquilo está pronto a virar e preparado para o recheio, que foi todaaaaaaaa uma outra aventura. Para já, porqur tive a brilhante ideia de cortar os tomates cherry. Ó alminha de molusco, atão não sabias que aquilo larga água e que vai alagar, literalmente, todo o teu jantar? Pois, não me lembrei. Na altura pareceu-me uma ótima ideia, mas dei comigo a escorrer a pizza depois dela sair do forno. E claro, o recheio soltou-se da base e nadava de um lado para o outro, ora ao sabor da faca que a traçava, ora embalada pela minhas mãos enquanto a levava à boca. Uma desgraça? Na, uma pizza com personalidade é o que é!

Então mas tanto parlapié e ainda não disseste que raio leva a base!

 

Verdade, vocês estão mesml atentos caramba! Ora tomai aí nota:

 

Base da Evans

6 claras

2 csopa de polvilho azedo (eu não tinha, utitizei fécula de batata e também funcionou)

Sal a gosto

1 Cchá de fermento

 

Bater as claras (não precisa ser em castelo), juntamente com o polvilho, adicionar o sal e o fermento. Cozinhar o preparado numa frigideira quente (e não praticamente apta a derreter ferro...) e deixar começar a borbulhar, virar com jeitinho (aquele que às vezes me falta....) e cozinhar mais um bocadinho do outro lado. Rechear a gosto ( a minha levou: molho de tomate caseiro, presunto, cogumelos frescos, tomate cherry e mozzarela (em bocados e ralado). Podem cozinhar na frigideira, tapada, eu preferi a segurança do forno, que já tinha a base sufocientemente crocante.

Com as gemas que sobraram, fiz um pão de ló, da mesma fonte de receitas, mas isso fica para outra altura que tenho que ir ali jantar...

Caracoleta (também) cozinha

 

Ou tenta, vá...

Ando numa de ser mais saudável, de passar bons exemplos ao cachopo, de alimentar melhor a máquina, digamos. Grande parte do que ingerimos, começo agora a perceber, tem pouco ou nenhum valor nutricional. E isso tem-me dado que pensar. (E vocês também deveriam pensar nisso mais a fundo, a sério).

Ora, eu tento, faço um esforço, mas a minha mente teima em fugir para a comida aditivadamente saborosa. Ao sábado à noite então é para a desgraça. Ou era, porque decidi que posso ter comida interessatemente saborosa sem recorrer àquilo que estamos acostumados e que aceitamos facilmente como "refeição do lixo".

Posto isto, sábado dei comigo a idealizar uma pizza caseira, com bons ingredientes e fácil de confeccionar. Vi uma receita de base de pizza de frigideira e pensei cá para comigo " eh pá, ó Caracoleta, tu experimenta isto já hoje! E é fácil, nem precisas de rolos de cozinha e grandes tralhas.... ". Se tão depressa o pensei, mais rápido o fiz. Bom, não tão rápido, porque não sou muito lestra e tendo a esquecer a receita que acabei de ler no prazo máximo de três segundos, o que implica tentar equilibrar o telemóvel (e mante-lo estático, para a imagem não se mover ou não virar ou raio que parta agora estes ecrãs XPTO que viram mal uma pessoa dá um espirro), mais a colher de pau (cozinheira que preze tem de a ter), mais os ingredientes todos à mão e que o puto teima em misturar porque " quer fazer um bolo" e não percebeu que a base só levava claras e que as gemas não são para comer à colher! Ufaaaaa, pronto, agora que já desabafei, posso finalmente falar-vos da pizza:

IMG_20171209_194328.jpg

 

Não tem bom aspecto?

Claro que o homem, pessoa descrente na comida saudável e desdenhoso de tudo o que é novo, torceu o nariz e perguntou "isso aí está bom?". Estava, claro que estava. Poderia estar melhor? Poderia sim senhor, se não tivesse colocado a frigideira a aquecer ainda as claras estavam a bater e se não tivesse equacionado a hipótese de ir colocar uma máquina de roupa a secar enquanto aquilo cozinhava. A vida é mesmo assim, feita de escolhas difíceis e uma pessoa tanto precisa de alegrar o palato, como da camisola favorita para o dia seguinte. Portanto, apontai: não deixeis aquilo ao lume sozinho e não aqueceis demasiado a frigideira. Ah, e não esqueceis que aquilo cozinha relativamente rápido. Ide pondo os olhinhos e testando que em menos de nada aquilo está pronto a virar e preparado para o recheio, que foi todaaaaaaaa uma outra aventura. Para já, porque tive a brilhante ideia de cortar os tomates cherry. Ó alminha de molusco, 'tão não sabias que aquilo larga água e que vai alagar, literalmente, todo o teu jantar? Pois, não me lembrei. Na altura pareceu-me uma ótima ideia, mas dei comigo a escorrer a pizza depois dela sair do forno. E claro, o recheio soltou-se da base e nadava de um lado para o outro, ora ao sabor da faca que a traçava, ora embalada pela minhas mãos enquanto a levava à boca. Uma desgraça? Na, uma pizza com personalidade é o que é!

Então mas tanto parlapié e ainda não disseste que raio leva a base!

 

Verdade, vocês estão mesmo atentos caramba! Ora tomai aí nota:

 

Base da Evans

6 claras

2 csopa de polvilho azedo (eu não tinha, utilizei fécula de batata e também funcionou)

Sal a gosto

1 Cchá de fermento

 

Bater as claras (não precisa ser em castelo), juntamente com o polvilho, adicionar o sal e o fermento. Cozinhar o preparado numa frigideira quente (e não praticamente apta a derreter ferro...) e deixar começar a borbulhar, virar com jeitinho (aquele que às vezes me falta....) e cozinhar mais um bocadinho do outro lado. Rechear a gosto ( a minha levou: molho de tomate caseiro, presunto, cogumelos frescos, tomate cherry e mozzarela (em bocados e ralado). Podem cozinhar na frigideira, tapada, eu preferi a segurança do forno, que já tinha a base suficientemente crocante.

Com as gemas que sobraram, fiz um pão de ló, da mesma fonte de receitas, mas isso fica para outra altura que tenho que ir ali jantar...

natal dos pássaros #8-13

 

 

 

 

8. Qual o livro ou livros que identificas com o Natal?

 

Um conto de Natal do Tio Patinhas - li imensas vezes em miúda, por estas épocas. 

 

9. Qual é a melhor parte do Natal?

 

O espírito. Aquela coisa de estarmos juntos a jogar, a ver um filme, a jantar... O barulho, a algazarra, a euforia. Tu-do! 

 

10. O que é que odeias no Natal?

 

 

Esta coisa esquisita de ter malta a ligar - e "ter" de o fazer também - só porque é natal e sabendo de antemão que não vão falar no resto do ano. 

 

11. O que é que adoras no Natal?

 

A alegria contagiante da miudagem. A imaginação e a crença no Pai Natal. Tão puro, tão inocente, tão bom! 

 

12. Qual é o lugar dos teus sonhos para um Feliz Natal?

 

Qualquer lugar onde estejamos todos juntos. Sempre. 

 

13. Conta-nos as tradições do teu Natal

 

Na véspera vestimos todos pijamas de Natal, no dia camisolas parolas. Jogamos à sueca até às quinhentas e sempre homens vs mulheres. O bacalhau é confitado e não cozido e os grelos salteados em azeite e alho. Tem que haver sempre uma taça com frutos secos com casca, porque adoro descascar enquanto converso. :) 

 

Mais gaiolas:  MagdaJust_SmileAlexandraSilent ManMula e Drama Queen